Jornalista, Empreendedora, Consultora de Moda, Workaholic. Aquela dos 30 e poucos. Libriana, Shopaholic, camaleoa, "marketeira". Apaixonada por moda, cultura e qualidade de vida!

12 abril 2016

O mundo muda e a gente também!

Oi gente!
Ando um pouco sumidinha né?
Mas a minha vida pessoal anda passando por tantas mudanças que está complicado ter um tempinho para postar no blog... Coisa que eu prometo mudar!


Falar sobre mudanças é algo sempre complexo né? Já que existem as mudanças que nós mesmos nos propusermos a fazer e outras que a vida proporciona. Algumas nos agradam, outras nem tanto, mas como sou uma pessoa de muita fé, eu prefiro crer que todas as mudanças ruins que acontecem é para que algo novo – e melhor – possa surgir.

Das mudanças que eu me prometi e já estou cumprindo são:


  • Ler, ler, ler...

Esse ano consegui a 'proeza' de ler 13 livros nestes 4 meses que se passaram! (Sim, para você pode ser pouco, mas em 2015 eu li apenas 5, sendo que 1 era da minha área). Meus temas estão entre os romances, os espiritas, os de “levantar a peteca” – já que autoajuda é uó de se dizer -, e sim, os da minha área.
Baixei o aplicativo do Skoob para computar e quem quiser ser meu amiguinho é só clicar aqui

Minha dica de leitura é: De volta para Casa – Karen White


Cassie Madison fugiu de Walton, Geórgia, para Nova York quando soube que sua irmã, Harriet, e seu amor, Joe, tinham-na traído e iam se casar. Ao chegar em Manhattan, sua ideia era se reinventar, mergulhar de cabeça na carreira e até mesmo perder o sotaque provinciano. Tudo para apagar seu passado marcado pela traição e por uma família que não lhe tratara com o devido cuidado.
Mas, numa noite, um único telefonema de sua irmã trouxe de volta tudo que ela pretendia esquecer. Com o pai muito doente, ela foi obrigada a fazer a viagem de volta e, enquanto arrumava as malas, seus maiores medos eram que o pai morresse sem que ela pudesse estar com ele e... encontrar a família feliz que Harriet e Joe tinham construído.
Já em Walton, Cassie percebe que enfrentará uma imensa batalha particular, porque, afinal, ela não consegue deixar de amar seus sobrinhos — e nem deixar de se sentir em casa, naquela cidadezinha de sua infância.
Enquanto se divide entre o rancor e a esperança, velhas e queridas lembranças e uma mágoa insustentável, o destino arrumaria uma forma de aproximá-la do que realmente importa: o verdadeiro amor.”

Enfim, esse livro me pegou por conta da minha vida pessoal, levei bons tapas! Rsrs mas assim como Cassie, eu vi a luz no fim do túnel ao voltar para casa. <3

  •  Music makes the people come together


 Já dizia Madonna que a música une as pessoas! J
 
E essas covinhas gente? *-*
Minha playlist rendeu-se a um cantor britânico – lindo, meu crush, quero um cabeludo igual a ele – James Bay! <3
Eu tenho praticamente todo o álbum de The Dark of the Morning e Chaos and the Calm no meu ipod!
James é um cantor, compositor e guitarrista de 25 anos que começou a carreira cantando nas ruas do Reino Unido e logo o seu talento começou a chamar atenção. Em 2013 ele lançou o EP independente The Dark of the Morning com 5 faixas de sua autoria. De lá pra cá foram mais 3 EPs que estouraram nas paradas britânicas e logo ele virou um sucesso no Youtube. Uma das músicas mais conhecidas de James é “Let it go”, com um folk delicioso que destaca a voz linda que ele tem e dá vontade de ouvir de novo e de novo...
Mas a dica que vou deixar para vocês é Scars do álbum Chaos and the Calm, uma das composições mais marcantes de James, que a compôs para uma namorada que o deixou (louca, nénon?), pois então, como eu gosto de sofrer e essa é aquela que você ouve já escorrendo uma lágrima do olho esquerdo! Rs curta aí!

  •  Redescobrir-me
“Temazinho” complexo heim? Redescobrir-se, recomeçar, renovar, recriar...
Quem é a Suellen de 2016? Tá em fase de crescimento... rs ou melhor, construção, libertação!


Eu acho que eu cheguei naquela fase do: “agora pare, pegue no compasso” rsrsrs, mas de parar e analisar. Aonde eu quero ir? O que eu quero fazer? O que eu preciso mudar? O que eu preciso redescobrir ou reviver?
A tal “Crise dos 30” que eu achava lenda é bem real, mas estou a enfrentando... Mudar é um processo e eu estou curtindo cada etapa, mesmo as duramente dolorosas.
Algumas pessoas próximas estão comentando: “Nossa, como é bom ter você de volta!” outras: “Você está diferente... Mas para melhor!”.
Chega uma hora na vida que a gente precisa soltar as amarras e voar com as próprias asas e eu resolvi voar alto.

Quem vem comigo?




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Um comentário:

  1. Su, já leu o livro da Jana Rosa, o Enfim, 30!? Mesmo com 28 já li e ameeeei!

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